Apesar de não serem comuns em projetos paisagísticos, as plantas carnívoras têm sido reconhecidas por sua beleza exótica e têm conquistado, aos poucos, seu espaço entre os cultivadores brasileiros. Embora tenham o nome agressivo, elas estão longe de trazerem qualquer tipo de malefício. No mundo, são mais de 750 espécies, distribuídas em 20 gêneros. Elas se caracterizam por sua habilidade de atrair pequenos animais, como insetos, aracnídeos, répteis, anfíbios e até pequenas aves, digeri-los e utilizar seus nutrientes. Por viverem em solos pobres, ácidos e encharcados, essas plantas dependem do nitrogênio contido nas proteínas dos animais – além de luz – para sobreviverem.

 

Cultivo

Um dos principais fatores para cultivar plantas carnívoras em casa é procurar recriar, com a máxima fidelidade, seu habitat natural – que nunca é o solo comum, rico em nutrientes. A opção correta é o sphagnum, um tipo de musgo que consegue reter água, mesclado a materiais inertes que deem volume, como areia.

 

Cuidados

Alimentação

O ideal é deixar que as plantas capturem sozinhas seus alimentos. Para isso, deixe-as próximas a uma janela ao menos em parte do dia para que ela atraia os insetos. Se perceber que a planta está com dificuldade para realizar essa tarefa, você pode introduzir insetos vivos.

 

Água

As espécies de plantas carnívoras cultivadas em casa precisam de bastante  água e devem ser regadas todos os dias. Verifique regularmente a umidade do musgo, pois é dele que a planta irá sugar boa parte da água para sua manutenção. 

Luz

Para se fortalecerem, as plantas carnívoras devem tomar sol durante o dia todo, sempre de forma indireta, pois a exposição direta pode matá-las. Enquanto não atingirem completamente a maturidade, exponha gradativamente à luz solar para que se acostumem.

Fonte da imagem: www.emaze.com
Fonte: www. revistacasaejardim.globo.com