Um gramado verde e saudável torna o jardim vivo e confortável. Entretanto, apesar da manutenção periódica e da adequada plantação, algumas pragas e doenças podem colocar a beleza da grama em risco. Para que isso não aconteça no seu lindo tapete verde, vale à pena ficar atento aos primeiros sinais de que algo anda errado: dificuldade de crescimento, manchas e folhagem amarela ou queimada são os principais sintomas.

Não use fertilizante no seu gramado repetidamente. Muitos fertilizantes encorajam o crescimento rápido de gramados, deixando as plantas da grama mais vulneráveis a doenças e insetos. Uma vez, apenas no outono, é suficiente.

Cuidado com o corte da grama. De forma geral, as doenças tornam-se mais severas quando atingem gramados mal nutridos, com excesso de umidade e podas muito baixas. Uma grama mais alta é mais saudável. Cortes muito frequentes tendem a esgotar as reservas nutritivas da grama, deixando-a fraca. O recomendável é não fazer a poda com o gramado muito alto para não machucar as folhas e nem criar pontos falhos, tornando a planta ainda mais vulnerável.

A grama não precisa ser regada durante períodos de seca longos. As folhas podem ficar marrons, mas o coração da planta abaixo do solo pode ficar viva e dormente por meses. Mas se você quiser manter o gramado verde no verão inteiro, regue profundamente, mas não com muita frequência. É melhor ligar o vaporizador por uma hora ou duas vezes por semana do que por 15 minutos todos os dias.

Antene-se às doenças. Para que o seu jardim continue sempre verde e vivo, fique atento aos sinais de doenças no gramado. Desse modo, será mais fácil evitar que doenças atinjam a sua grama, deixando-a seca, falha e amarelada.

 

A grama adoeceu, o que fazer?

Ações corretivas podem ser adotadas para recuperar uma relva doente e/ou manter o nível do ataque de pragas sob controle. A solução vai depender do tipo e extensão do dano causado à planta, bem como das condições ambientais. Fungicidas naturais costumam apresentar bom resultado quando indicados e aplicados corretamente.

Há, também, os controles biológicos que – em muitos casos – podem surtir resultados positivos sobre as áreas afetadas, sem causar danos ambientais. Para o controle de ervas daninhas, a redução da infestação pode ser feita com a remoção mecânica ou através do combate químico, com a aplicação de herbicidas. Nesse último caso, em função dos riscos, é importante que o tratamento siga sempre as orientações de um especialista.

 

Reparos no gramado

Se o seu gramado apresentar pequenas falhas, você pode semear grama nesses lugares. Em defeitos maiores, opte por novas placas de grama. Veja a técnica mais utilizada para consertar falhas em locais determinados do gramado:

 

  1. Corte a área falhada em retângulo e retire essa camada de grama.
  2. Faça a aeração do solo compactado que estava embaixo da grama falhada.
  3. Aplique a nova placa de grama sobre o espaço recortado e apare os excessos.
  4. Deixe a nova placa no mesmo nível do gramado e, em seguida, regue bem.

 

Já para corrigir buracos e depressões causados pelo pisoteio da grama ou o assentamento da terra, adote o seguinte procedimento:

  1. Faça um corte em forma de cruz – com uma pá reta ou cortadeira – na dimensão da área afetada.
  2. Dobre para fora cada quadrante de grama separado pelo corte. Tome cuidado para não quebrar a malha do gramado.
  3. Complete o buraco com uma mistura de terra bem arenosa e livre de ervas daninhas. Desdobre os quadrantes sobre o conserto.
 
Fonte da imagem: www.centroverdepe.com.br
Fontes: www.estilo.uol.com.br